[MOVIE REVIEW] Carol

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Sinopse: Em plenos anos 50, Carol Aird (Cate Blanchet) pede divórcio de Harge Aird (Kyle Chandler), pois ela não o ama, foi levada a esse caminho pelas condições sociais da época, era o que esperavam dela e por causa da boa condição financeira do marido. Ela conhece Therese Belivet (Rooney Mara) em uma loja de brinquedos quando vai comprar uma boneca para a filha. Um interesse recíproco surge naquele instante. Elas se apaixonam, embora ela tente resistir ao que sente, elas se tornam cada vez mais próximas. 


Antes de começar o post apenas um pequeno pedido de desculpas pelo sumiço de mais de uma semana, é que a vida real chamou e com ela a gente não tem a opção de visualizar e não responder né?


'Carol' é um filme americano de 2014 que vem gerando uma série de excelentes críticas desde seu lançamentos, os elogios às atuações e ao roteiro são o que não faltam, e foram esse comentários que me despertaram o interesse de ir assistir a esse filme, e eu posso dizer com toda certeza: todos esses comentários estavam corretíssimos.
Logo no inicio do filme já somos apresentados a época em que se passa nos anos 50, e a ambientação foi uma das coisas que mais me chamaram a atenção durante o filme, o cuidado para conseguir uma imersão completa nesse mundo antigo: automóveis, figurinos, propagandas, objetos usados, exatamente tudo foi bem pesquisado e bem feito, e o trabalho entregue é visualmente incrível.


Referente a atuações eu sou um pouco suspeito de falar já que uma boa parte desse elenco são de atores dos quais sou fã de carteirinha, Cate Blanchet consegue se manter na personagem o tempo todo, como a sedutora e envolvente Carol, Sarah Paulson e Cory Michael Smith se saem bem também em seus papéis secundários, mas o que realmente chama a atenção no filme é a impecável atuação de Rooney Mara, atuação essa que fez com que a mesma fosse indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante esse ano, as pessoas que fizeram a escolha de elenco não poderiam ter sido mais felizes na sua escolha do que na de Mara para a jovem Therese.
Para concluir, o filme consegue fazer um retrato bem realista das dificuldades de um relacionamento lésbico em plenos anos 50, com uma boa direção, um roteiro interessante e com ótimas atuações esse foi um bom filme para começar 2015 nos cinemas com o pé direito.

Nota: 5/5



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